Emoção, nervos e eficácia no “Caldeirão”

Foto: Márcia Bastos

No ambiente frenético do “Caldeirão”, em São João da Madeira, a AD Sanjoanense e o AD Valongo protagonizaram um verdadeiro clássico, repleto de intensidade, alternância no marcador e emoção até ao último minuto.

A Sanjoanense entrou determinada e inaugurou o marcador logo aos três minutos, por intermédio de Nuno Araújo, na conversão de um livre direto que enganou Guga Bento e fez explodir as bancadas. A resposta do Valongo não tardou: Pózito restabeleceu a igualdade com frieza, mostrando toda a sua qualidade.

João Pereira voltou a colocar os locais na frente, reacendendo o entusiasmo no pavilhão. No entanto, antes do intervalo, Rui Silva”Folhetas” empatou com um remate potente e, já perto do descanso, novamente Pózito consumou a reviravolta ao picar a bola sobre Carrión. Ao intervalo, a formação orientada por Raul Meca vencia por 3-2.

Na segunda parte, o ritmo manteve-se elevado. A Sanjoanense teve oportunidade soberana para empatar, mas Hugo Santos não conseguiu superar Guga Bento num livre direto. Quem voltou a marcar foi o Valongo, por Maló, com um remate forte e colocado.

Miguel Henriques reduziu de penálti (4-3) e, um minuto depois, Hugo Santos fez o empate a quatro, devolvendo a esperança aos adeptos da casa. Contudo, a igualdade foi breve. Rui Silva Folhetas voltou a colocar o Valongo na frente do jogo: Alex Mount desviou um cruzamento para o 6-4 e, já perto do final, Pózito fechou as contas em 7-4, isolado frente a Tiago Freitas.

Com este triunfo, o Valongo sobe ao sexto lugar da classificação, com 21 pontos. A Sanjoanense, orientada por Reinaldo Ventura, mantém-se na décima posição, com 16 pontos, ainda que à condição.

Na próxima jornada, o Valongo defronta o Póvoa no Municipal de Valongo(S. Siro), enquanto a Sanjoanense terá uma exigente visita a Lisboa para defrontar o líder Benfica.