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A Seleção Nacional já tem definidos os nomes que irão representar Portugal na 70.ª edição da Taça das Nações de Montreux, competição que se realiza de 1 a 5 de abril, na Suíça.
O selecionador nacional, Reinaldo Ventura, chamou dez atletas para aquela que será a primeira prova internacional sob a sua liderança.
Os convocados
Xano Edo, Pedro Henriques, Gonçalo Alves, Hélder Nunes, João Rodrigues, Zé Miranda, Viti, Rafa Bessa, Miguel Rocha e Carlitos compõem o lote escolhido para disputar o tradicional torneio de Montreux.
Em declarações ao site da FPP a convocatória reflete, segundo o técnico, uma escolha criteriosa e alinhada com a identidade que pretende implementar na equipa.
“Procurei jogadores que, além da qualidade individual, se enquadrem claramente naquilo que quero para a equipa. Mais do que nomes, interessam-me dinâmicas e comportamentos dentro do meu modelo de jogo”, afirmou Reinaldo Ventura.
Competição exigente em fase delicada da época
A Taça das Nações surge numa fase intermédia da temporada, obrigando a uma gestão cuidada do esforço físico dos atletas, que continuam envolvidos nas competições dos respetivos clubes.
“Estamos numa fase sensível da época e isso exige responsabilidade. A nossa equipa técnica está preparada para gerir as cargas e garantir que os jogadores regressem aos clubes nas melhores condições”, sublinhou o selecionador.
Ambição assumida na estreia
Apesar de reconhecer o contexto competitivo exigente, Ventura não escondeu a ambição para a sua estreia no comando técnico da Seleção Nacional.
“Representar Portugal implica entrar sempre para ganhar. Esta competição é uma oportunidade importante para afirmar o grupo e começar a construir uma identidade forte. Queremos competir ao mais alto nível e lutar pelo título.”
Além do objetivo imediato de vencer, o técnico pretende utilizar o torneio como laboratório competitivo para consolidar rotinas e fortalecer o espírito coletivo.
A participação em Montreux marcará, assim, o arranque oficial de um novo ciclo na Seleção Nacional, com os olhos postos não apenas no presente, mas também nos grandes desafios internacionais que se aproximam.