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O hóquei em patins tem uma marca portuguesa também no banco de suplentes. Ao longo da história dos Campeonatos do Mundo, seis treinadores portugueses conseguiram chegar ao topo, cinco ao serviço da Seleção Nacional e o último a fazê-lo com a camisola de outra nação: a França.
Torcato Ferreira foi o primeiro a abrir caminho, inscrevendo o seu nome na história do hóquei em patins português. Seguiu-se António Livramento, uma das maiores figuras da modalidade, que conduziu Portugal à conquista dos títulos mundiais de 1982 e 1993.
Cristiano Pereira deu igualmente continuidade à tradição vencedora dos selecionadores portugueses, antes de Vítor Hugo levar a Seleção Nacional ao título mundial em 2003.
Em 2019, em Barcelona, foi a vez de Renato Garrido conduzir Portugal ao lugar mais alto do pódio, conquistando um título que reforçou o estatuto da seleção portuguesa entre as grandes potências mundiais da modalidade.
O último nome desta lista é o de Nuno Lopes. O treinador ribatejano, que orienta o Sporting de Tomar, alcançou um feito histórico ao serviço da seleção francesa, conquistando o título mundial na mais recente edição da competição, disputada na Copa Arena, em Assunção, no Paraguai.
Seis treinadores, seis percursos marcantes e uma paixão comum pelo hóquei em patins. Cinco levaram Portugal à glória. O sexto escreveu uma nova página na história da modalidade, desta vez ao serviço de França.
Porque, dentro ou fora de portas, o talento português também se mede pelos títulos conquistados ao mais alto nível mundial.
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