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Benfica conquista Supertaça António Livramento ao vencer o Sporting

Redação
Benfica conquista Supertaça António Livramento ao vencer o Sporting

O Benfica venceu, ao início da tarde deste sábado, o Sporting Clube de Portugal, por 3-2, no Pavilhão Municipal de Santo Tirso, conquistando a Supertaça António Livramento.

Num encontro entre dois velhos rivais, marcado pelo equilíbrio, intensidade e emoção até aos últimos segundos, os encarnados conseguiram dar a volta ao marcador na segunda parte, revelando maior eficácia nos momentos decisivos.

Sporting chegou ao intervalo em vantagem

A partida começou com duas equipas a procurarem assumir o controlo do jogo, num primeiro período marcado pelo equilíbrio e por oportunidades repartidas.

Sob pressão de Martim Costa, foi desferido um remate cruzado que embateu no poste e acabou por ultrapassar a linha de golo. Inicialmente, a equipa de arbitragem mandou seguir o jogo, mas, após recurso ao sistema de revisão de vídeo, o lance foi analisado e o golo acabou por ser validado.

O Benfica procurou reagir. João Rodrigues esteve perto de marcar, depois de uma jogada de insistência e alguma confusão junto à baliza leonina, mas não conseguiu bater Xano Edo.

Já perto do intervalo, Martim Costa protagonizou uma excelente iniciativa individual, conduzindo a bola pela zona central da pista e tentando um remate enrolado, que encontrou a oposição do guarda-redes sportinguista.

Num primeiro tempo de equilíbrio, foi o Sporting quem conseguiu fazer a diferença, recolhendo aos balneários com uma vantagem mínima (1-0).

Benfica dá a volta ao marcador

A segunda parte começou precisamente com o Benfica à procura do golo e, logo aos dois minutos, numa jogada iniciada por Paulo Bargalho, pelo lado direito, a bola chegou à área, onde João Rodrigues apareceu para fazer o desvio certeiro e restabelecer a igualdade.

O Sporting teve oportunidade de voltar a adiantar-se no marcador. Facundo Bridge teve tudo para fazer o golo, mas a intervenção de um jogador encarnado impediu o argentino de executar o remate nas melhores condições. A bola ainda sofreu um desvio num jogador contrário antes de chegar a Pedro Rodrigues, que respondeu com uma defesa de algum grau de dificuldade.

Aos 11 minutos, e numa altura em que o Benfica jogava em inferioridade numérica, devido à exclusão de Nolito Romero, os encarnados chegaram à vantagem. Zé Miranda, com um remate fortíssimo, bateu Xano Edo, que nada pôde fazer para evitar o golo.

O Sporting procurava reagir ao golo sofrido, mas foi o Benfica que esteve novamente muito perto de ampliar a vantagem. Gonçalo Pinto, com um remate forte, viu a bola embater na base do poste.

Aos 19 minutos da segunda parte, grande penalidade contra o Sporting, por falta de Nolito Romero sobre Carlos Teves. João Rodrigues foi chamado à conversão, mas, desta vez, não conseguiu bater Xano Edo.

Na jogada seguinte, foi assinalada a décima falta do Benfica. Paulo Bargalho tentou aproveitar a oportunidade, mas também não conseguiu transformar o livre direto em golo.

A dois minutos do final, um erro de Nolito Romero acabou por ser fatal para o Sporting. Gonçalo Pinto recuperou a bola, isolou-se perante Xano Edo e bateu o guarda-redes leonino, fazendo o terceiro golo do Benfica.

O Sporting ainda reagiu no último minuto, com Rafael Bessa a reduzir para 3-2, mas já não havia tempo para evitar a vitória encarnada.

Benfica conquista a nona Supertaça

Com este triunfo, o Benfica conquista a sua nona Supertaça António Livramento, voltando a erguer o troféu que tinha vencido pela última vez em 2023, diante do Tomar.

Desta vez, a conquista aconteceu frente ao seu velho rival, o Sporting Clube de Portugal, numa final de grande intensidade, equilíbrio e emoção, mas em que a maior eficácia encarnada na segunda parte acabou por fazer a diferença.

Histórico de finais entre os dois rivais

Esta foi a quarta vez que Benfica e Sporting se encontraram na final da Supertaça António Livramento.

O Sporting venceu as finais de 1982, disputada a duas mãos (4-3 e 6-2), e de 2015, por 4-2. Já o Benfica levou a melhor em 1994, também numa final disputada a duas mãos, vencendo por 13-4 e 4-0.


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